Categoria irá escolher nova diretoria do Sinpro-DF para o triênio 2019-2022

O Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) realizará eleição para escolha da nova diretoria para o triênio 2019-2022. Cada chapa inscrita tem 39 componentes e cinco suplentes, conforme a composição da Diretoria Colegiada da entidade. A nominata da Chapa 1, Chapa 2 e Chapa 3 foi publicada, no dia 1º de maio, no Jornal de Brasília, e está à disposição nas sedes do Sinpro-DF.

Para votar, o(a) professor(a) e o(a) orientador(a) educacional têm de ser filiados(as) há, no mínimo, 6 meses, e estarem em dia com suas obrigações estatutárias, dentre elas, as financeiras, no prazo mínimo que o Estatuto estabelece para participação nas eleições.

A votação acontecerá nos dias 29 e 30 de maio e os locais de fixação das urnas foram definidos pelo edital de convocação das eleições, publicado no dia 28 de fevereiro no Jornal de Brasília. Assim, as urnas fixas ficarão em escolas que têm o turno diurno e em locais que funcionam durante o dia das 8h às 18h. Nas escolas que têm o turno noturno, ficarão à disposição das 8h às 21h.

A comissão eleitoral poderá determinar a existência de urnas itinerantes, que circularão por várias escolas. Assim, na escola que não tiver uma urna fixa, em alguma hora dos dias da eleição, uma urna itinerante irá passar para que todos(as) os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais possam participar.

A Comissão Eleitoral informa que a chapa vencedora tomará posse no dia 14 de julho de 2019 e lembra que é importante a participação de toda a categoria porque é um momento de tomada de decisão de quem irá conduzir o sindicato e a luta da categoria pelo próximo triênio: 2019 a 2022.

“A eleição da nova diretoria é feita neste momento das eleições. Assim, nos dias 29 e 30 de maio, decidiremos qual será o grupo de professores que ocupará a diretoria e que conduzirá a nossa entidade e a luta de nossa categoria pelos nossos direitos”, lembra a Comissão.

Os membros da Comissão Eleitoral afirmam que é importante a participação de todos(as) os(as) professores(as) e orientadores(as) neste momento, como em vários outros momentos da luta do movimento docente, mas, alerta para este momento, ressaltando-o como o de uma decisão especial.

A Comissão Eleitoral foi eleita em Assembleia específica e unicamente para conduzir o processo eleitoral no dia 13 de abril e é composta por cinco membros eleitos(as) diretamente pela base e outros(as) indicados(as) pelas chapas concorrentes. Conforme determina o Estatuto, os cinco membros eleitos(as) devem ser da categoria, filiados(as) ao sindicato, com suas obrigações estatutárias em dia.

E, os(as) indicados pelas chapas, após a efetivação das respectivas inscrições. Assim, nesta eleição, cada uma delas também indicou um membro para participar da Comissão Eleitoral e a Comissão eleita para este processo ficou composta de oito membros:  cinco eleitos(as) pela categoria e, três, indicados(as) pelas três chapas.

Os(as) membros(as) da Comissão indicados(as) pelas chapas não precisam, necessariamente, ser integrantes da categoria do magistério público. Os(as) membros eleitos(as) são os(as) professores(as) Olavo Medeiros, Ivanna Santana Torres, Mônica Santos da Costa, Reuza de Souza Durço e Rodrigo Rodrigues.

Os(as) membros indicados(as) são Edmilson Ramos Camargo, da carreira de Assistência pela Chapa 1; Renan Rosa Arruda, da categoria dos bancários, indicado pela Chapa 2; e, Lucas Barbosa de Melo, professor do Instituto Federal Brasília (IFB), indicado pela Chapa 3.

A Comissão Eleitoral reforça a importância desta eleição. Na avaliação dela, a categoria vive sob uma conjuntura de intensos ataques aos direitos da classe trabalhadora, à própria educação, com cortes de verbas, com ameaça de reforma da Previdência e, no meio doo processo eleitoral, as chapas farão o debate sobre os seus entendimentos de como deve ser a luta sindical.

Assim, ressalta que esta eleição se coloca importante também porque, além de ser um processo de mobilização da própria categoria em torno da luta contra a conjuntura que se apresenta, também é a tomada de decisão sobre que forma a categoria entende que essa luta deva ser feita, de qual projeto de direção do sindicato a categoria entende que seja o melhor para conduzir a luta de que ela necessita.

“Por isso, é importante que, neste momento, a categoria se mantenha mobilizada e unida contra as pautas de ataques aos nossos direitos, mas entendendo que temos de fazer uma escolha de direção para o comando do sindicato. Portanto, a divergência que se coloca no processo eleitoral, em três chapas disputando a eleição, não significa uma separação da categoria e da classe trabalhadora. Trata-se de um processo democrático de disputa de ideias que deve fortalecer a unidade da categoria”, observa Rodrigo Rodrigues, membro da Comissão Eleitoral e professor de história da Coordenação Regional do Paranoá.

 

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