Nota de falecimento

    É com grande pesar que a diretoria colegiada do Sinpro informa o falecimento da professora Isabela Moreira. A companheira trabalhava no Paranoá e faleceu nesse final de semana.

    Aqueles que desejarem prestar as últimas condolências, o velório será realizado no Cemitério Campo da Esperança – templo 2, localizado no Plano Piloto, a partir do meio dia. O sepultamento está previsto para  às 16h.

    O Sindicato dos Professores presta toda sua solidariedade à família e aos amigos neste momento de dor.

    Curso sobre autismo infantil será ministrado em Brasília

    No próximo dia 30, psicólogos, psicopedagogos e pedagogos/professores que atuam em salas de aula, profissionais da área da saúde, pais de autistas, estudantes de pedagogia e psicologia poderão participar de um curso sobre autismo infantil. O objetivo é proporcionar aos participantes as bases para a compreensão e acompanhamento das crianças autísticas nas escolas e no seio das suas famílias.

    O curso será realizado no Colégio Sagrado Coração de Maria, localizado na 702 norte,  na Sala multimídia, e o investimento é de R$ 250. Ao término da atividade, os participantes receberão certificado de conclusão.

    O ministrante é Carlos Arturo Molina-Loza, renomado Psicólogo, formador de terapeutas de família, especialista no tratamento de crianças autísticas. Autor de vários livros sobre terapia familiar e de casal, e de diversos artigos sobre autismo infantil, que já Ministrou  cursos e palestras no Brasil, América Latina e Europa.

    Sobre o autismo

    O autismo infantil — também conhecido como síndrome de Kanner — tem sido, desde sua definição pelo psiquiatra austríaco Leo Kanner, em 1943, um verdadeiro quebra cabeça para pais e profissionais encarregados do diagnóstico e do tratamento.

    As descobertas em 1944, do também psiquiatra austríaco Hans

    Asperger, quem por sua vez definiram um transtorno relativamente próximo chamado síndrome de Asperger, vieram a tornar o panorama mais complexo.

    Durante anos, a dificuldade para realizar um diagnóstico precoce e preciso — devido, em parte, a que o autismo não tem aquele sintoma que serviria de divisor de águas, o chamado signo patognomônico — conduziu os pesquisadores à criação de diagnósticos constituídos por diversas listas de sintomas. Motivo pelo qual há quase tantas propostas como especialistas dedicados ao autismo infantil.

    A confusão gerada pela profusão de hipóteses diagnósticas tem provocado um danoso atraso tanto no diagnóstico como tratamento das crianças. Se levarmos em consideração que o autismo infantil pode surgir nos primeiros dias de vida dacriança, compreenderemos que a demora no início de um tratamento adequado aumenta as dificuldades de desenvolvimento da criança.

    Por isso, nosso curso fará uma grande ênfase no diagnóstico precoce e, em um segundo momento, em uma intervenção não apenas precoce senão também adequada para cada fase do desenvolvimento da criança e do transtorno. Um diagnóstico de autismo que não vem acompanhado de uma proposta de intervenção apenas coloca nas mãos dos pais, das famílias e de todos os responsáveis por seus cuidados, uma bomba.

    Todas as pessoas envolvidas com as crianças autísticas deveriam contar com o conhecimento suficiente para permitir que sua interação com elas não seja apenas inócua, mas que contribua ao seu desenvolvimento.

    Serviço:

    DATAS: 30/03 – 13/04

    HORÁRIO: das 08:00 às 13:00 horas

    LOCAL: Colégio Sagrado Coração de Maria. Quadra 702 Norte. Sala multimídia

    PÚBLICO ALVO: psicólogos, psicopedagogos, pedagogos/professores, pais de crianças autísticas, profissionais da área da saúde, estudantes de pedagogia e psicologia.

    INVESTIMENTO: R$ 250,00

    Será expedido certificado

    CONTATO:

    simonemazevedo@yahoo.com.br

    (61) 99119 9559

     

     

     

    Sinpro-DF convida gestores para reunião nessa segunda (25)

    Dando sequência ao encontro feito no dia 22 de janeiro, o Sinpro convida os(as) gestores(as) das escolas da rede pública de ensino para mais uma importante reunião. O encontro será nessa segunda-feira (25), às 14h30, na sede do sindicato (SIG Quadra 6 Lote 2260).

    O objetivo é realizar um amplo debate sobre o projeto a Escola que Queremos/Virada pedagógica, Intervenção Militar nas Escolas do DF e outros pontos que serão deliberados durante a reunião.

    Não deixe de participar!

    Ceilândia recebe Sinpro na Praça no dia 31 de março

    Dando prosseguimento ao calendário de mobilização aprovado pela categoria em nossa última Assembleia Geral, no dia 31 de março realizaremos o Sinpro na Praça na Feira da Ceilândia. A atividade terá início às 9h e tem como objetivo aproximar o sindicato da comunidade não somente nas greves, mas também por meio de atividades culturais. Durante a atividade utilizaremos o espaço para dialogar com a população sobre a reforma da Previdência; a intervenção militar das escolas públicas; a defesa da educação pública, além de temas relevantes tanto para a categoria quanto para a classe trabalhadora em geral.

    Além da roda de conversas e dos debates, os(as) participantes ainda terão uma grande agenda cultural: contação de história, com Rego Jr.; pintura de rosto com Margô Oliveira; Mamulengo Mulungu com o professor Carlos Machado; poesia com os professores Domane, Celso e Cris Reis; shows com as bandas Paraibola, Marcelo Café, Samba da Guariba, Taleta de Bambu, Alcoostika, Heitor Valente, Mantendo a Identidade; e exposição de artesanato com a Rede Pequi.

    Segunda fase da campanha em defesa das aposentadorias está nas ruas do DF

    Na última semana, o Sinpro-DF lançou mais uma campanha publicitária em defesa do direito à uma aposentadoria digna para toda a classe trabalhadora.

    A arte com fundo preto, apenas com a pergunta “Como morreu Michele?, foi espalhada pelas redes sociais e em outdoors  nos quatro cantos do DF. A iniciativa repercutiu e gerou curiosidade na população.

    No novo material produzido e divulgado, o sindicato explica aos brasilienses quem é Michele. A  protagonista dessa campanha é a professora Michele, irmã de Maria. Ambas, personagens fictícias que, num cenário hipotético de aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 6/2019, mesmo após anos de trabalho, não conseguiram se aposentar e morreram sem adquirir o direito.

    A campanha “Maria morreu”, foi a primeira feita pelo Sinpro abordando essa temática. Divulgada em 2017, tinha como objetivo fazer o enfrentamento ao projeto de reforma apresentado por Michel Temer. Agora, a luta é para fazer o debate sobre a proposta de Bolsonaro, ainda mais perigosa para classe trabalhadora.

    O significado da iniciativa é mostrar e sensibilizar as pessoas sobre a gravidade que a proposta representa, com regras tão rígidas e desumanas que a grande maioria da população vai chegar ao fim da vida e terá, infelizmente,  o mesmo destino de Michele e Maria.

    Para o Sinpro e diversos segmentos da sociedade, se aprovada, a medida afetará negativamente todos trabalhadores e trabalhadoras. Para o magistério, a medida pode ser ainda mais devastadora. Diversos estudos mostraram que PEC representa retrocessos irreversíveis para todos professores(as) e orientadores(as) em educação pública e privada.

    “O que o Sinpro pretende com esta ação é mostrar à população brasileira o que significa a reforma da Previdência e todos os malefícios que tudo isto causará na vida do trabalhador. A possibilidade de uma pessoa trabalhar a vida toda e morrer sem conseguir se aposentar poderá ser real caso esta proposta passe no Congresso”, explica o diretor do Sinpro Cláudio Antunes.

     

     

     

    Sinpro exige providências para o Caic Castelo Branco do Gama

    O que era para ser um cenário de aula e momento de aprendizado para os alunos do Caic Castelo Branco, no Gama, a realidade é totalmente outra. Feito para durar 10 anos, o colégio soma mais de 20 anos e uma estrutura que assusta pais, alunos, e toda comunidade escolar.

    Os primeiros sinais foram descobertos após uma limpeza realizada na caixa da água. A água que era para durar uma semana, durou pouco mais de dois dias, o que preocupou a gestão do colégio. Sinais de abandono estão por todos os lados. No pátio central da escola, existem rachaduras e vazamentos.

    Em 2018, a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros estiveram no local e condenaram a parte elétrica e toda a estrutura da escola. Lucineide Ferreira Lima, que tem seu filho matriculado, explica que é triste para ela encontrar a escola desse jeito. “Se o Caique acabar é triste porque lutamos muito para que ele não fosse transferido e ficamos sem apoio do governo. Deveriam liberar verbas e mandar reformar todas as dependências. É uma situação que mexe até com o aprendizado da criança”, explica.

    Segundo a coordenação do colégio, a engenharia da Secretaria de Educação do governo anterior disse que  estrutura aguentava ter aula normal o que não é verdade.  Para não deixar as crianças sem aula, a escola jardim 06 aos fundos foi escolhida para receber os alunos. A Diretora do Jardim de infância 06, Silmaria Azevedo diz que as mudanças aconteceram em caráter emergencial e que a secretaria de educação comunicou por meio da regional todas as mudanças. “Essas mudanças sobrecarregaram o ensino, pois a educação infantil prima pela brincadeira e os espaços que tínhamos foram adaptados para atender as mudanças. Existe uma promessa antiga da secretaria para uma possível reforma, mas nunca saiu do papel”.  A diretora conta que a escola perdeu o pátio, a sala de vídeo e o espaço dos professores.

    A Escola Classe 29 também recebeu boa parte dos estudantes. A professora do 1º ano, Rose Mary de Assis diz que a promessa inicial era que os alunos ficariam por 90 dia. De lá para cá, já se passaram nove meses. “Os banheiros e a cantina não comporta os meninos. Na hora do lanche, a cantina fica cheia, deixando até crianças em pé. O impacto é diretamente no nosso período integral. Perdemos uma sala de psicomotricidade, para abrigar o período integral”, conta.

    Jorge Luiz de Andrade  é  pai da estudante Carol, de apenas 10 anos, e relata as mudanças foram prejudiciais para sua filha. “ A escola não existe. É uma tristeza. Estamos sem respostas e o governo continua calado. Minha filha está sendo afetada por todas as mudanças”, avalia.

    Patrimônio

    A diretoria Yeda Alves da Rosa Viera, está preocupa com a situação dos patrimônios do Caic Castelo Branco. A escola que está prestes a cair, ainda não foi feito a retirada de tudo, prejudicando todos os materiais de aprendizagem, mobília, e até mesmo computadores. Para que não houvesse perca total de todos os materiais, foi necessário fazer a doação para outras escolas.

    A maior preocupação com patrimônio e que ele fica na carga do gestor, então todo o patrimônio foi redistribuído, pois o custo de cada um é o preço de compra, ou seja, é uma enorme responsabilidade.

    A diretora do Sinpro Leticia Montandon uma das responsáveis pelas escolas do Gama e especificamente pelo Caic, chama a atenção pela morosidade com que a situação dessa escola pública está sendo tratada, e alerta o fato de que se isso persistir, a comunidade do Gama corre o risco de perder uma escola pública, tendo em vista que aos poucos os alunos estão sendo distribuídos em outras escolas, ocasionando superlotação, trazendo prejuízos pedagógicos para os estudantes, impacto para as escolas que os recepcionam, e danos à saúde dos docentes. “Tudo isso é o que nós do sindicato lutamos contra, jamais permitiremos que uma escola pública seja fechada, muito pelo contrário, lutamos é pela construção de escolas, de reformas, enfim, de investimento para uma educação pública, gratuita e de qualidade”.

     

    Sinpro realiza reunião do Coletivo do Meio Ambiente nessa quinta (21)

    Dando prosseguimento ao calendário de mobilização aprovado pela categoria na Assembleia Geral realizada no dia 14 de março, o Sinpro realiza nessa quinta-feira (21), às 18h30, na sede do sindicato (SIG Quadra 6 Lote 2260), a reunião do Coletivo do Meio Ambiente. Após a reunião ocorrerá o lançamento da Exposição Chico Mendes, às 20h, também na sede.

    O coletivo, que está vinculado à Secretaria de Politicas Sociais do Sinpro, debaterá tanto as políticas do sindicato quanto a conjuntural geral direcionada ao meio ambiente. Uma das tarefas será a de organizar o Seminário de Educação do Campo do Sinpro e também o de organizar uma apresentação de trabalhos e experiências na área de educação ambiental nas escolas.

    Sinpro-DF lança documentário sobre sua história

    Na quinta (14), o Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF) completou 40 anos. Ao longo desse período, grandes enfrentamentos foram travados e muitos direitos conquistados.  Assista ao documentário que conta a história do nosso sindicato e da educação pública na capital federal, e relembre a luta diária pela construção de um movimento sindical classista, democrático e por uma educação pública, gratuita e de qualidade.
    Confira!

    Ameaça de bomba no Gisno ressalta a falta de segurança e de investimento na escola pública

    Uma ameaça de bomba no Centro Educacional Gisno (907 Norte) cancelou as aulas dessa segunda-feira (18). Durante a manhã a polícia recebeu uma denúncia sobre postagens nas redes sociais em que estudantes do Gisno estariam ameaçando instalar artefatos explosivos nas dependências da escola e ainda planejavam um atentado semelhante ao que aconteceu na cidade de Suzano, região metropolitana de São Paulo. Além de mostrar um nítido sinal do processo acelerado e preocupante de intolerância, o caso deve ser analisado, também, sob o aspecto da falta de segurança e de investimento nas escolas públicas.

    Em reunião entre diretores do Sinpro e professores(as) do Centro Educacional ficou claro que o perfil dos quatro alunos envolvidos nesta ameaça não corresponde com a gravidade da ação que estavam ameaçando fazer. Fica a indagação do que levou os quatro adolescentes a tomarem tal atitude.

    Casos de violência a professores(as) e orientadores(as), entre estudantes e de agressões no ambiente escolar apontam para a necessidade urgente de uma melhor estrutura e de mais investimento na escola com a melhoria de diversos aspectos, exemplo da contratação de profissionais capacitados e especialistas em atendimento a adolescentes. A presença permanente do batalhão escolar nas escolas e de um trabalho ativo para que os alunos tenham apreço e valorizem o local onde estudam também são fatores necessários e urgentes neste momento.

    À medida que não conta com este tipo de estrutura e de apoio, a escola fica em uma situação de vulnerabilidade, como vimos no massacre de Suzano. A exposição que os jovens sofrem hoje do mundo virtual, o ambiente de estímulo à violência em que estão inseridos e a política de incentivo às armas também não devem ser descartados. No caso de se armar a população, vários países constataram que a política não surtiu efeito; ao contrário, aumentou ainda mais o número de crimes e de atentados nutridos pela intolerância.

    O Sinpro sempre cobrou do Governo do Distrito Federal medidas que auxiliem na diminuição de violência, como um cuidado maior nas escolas e da educação em tempo integral, que daria uma formação adequada aos estudantes, ocupando o tempo ocioso que muitas vezes é utilizado de forma incorreta.

    Lutamos por uma educação pública de qualidade, mas também por uma escola em que os estudantes tenham acesso à cultura, ao conhecimento e não a violência e a intolerância, como infelizmente temos visto.

    Dia Nacional de Luta contra a reforma da Previdência

    Vamos dizer não para a reforma da Previdência. Nessa sexta-feira (22), milhares de trabalhadores(as) ocuparão as ruas dos quatro cantos do país contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 06/2019 no Dia Nacional de Luta contra a reforma da Previdência. O ato foi aprovado pelos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais durante Assembleia Geral, e durante a semana o Sinpro enviará carro de som às regiões administrativas conclamando a população a participar desta importante e necessária atividade.

    A data marca a resistência dos(as) trabalhadores(as) brasileiros(as) contra o fim do direito à aposentadoria, que é o que vai acontecer se a PEC 06/2019 for aprovada pelo Congresso Nacional, onde está tramitando. Em várias cidades do Brasil haverá panfletagens, atos, manifestações e assembleias. No Distrito Federal

    Sérgio Nobre, Secretário Geral da CUT, afirma que a data é um dia de alerta para que a classe trabalhadora se conscientize sobre a realidade do Brasil – de ataques aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras – e um esquenta para uma greve geral que deve acontecer, caso Bolsonaro insista em aprovar a reforma da Previdência. “Temos um grande motivo para uma greve geral e 22 de março será um dia de alerta. A CUT e as centrais orientaram seus sindicatos, que estão dialogando com os trabalhadores sobre o que representa essa reforma. A sociedade precisa ter noção do que está acontecendo”, diz o dirigente.

    Entre as principais perversidades da proposta estão a obrigatoriedade da idade mínima para aposentadoria de 65 anos para os homens e 62 para mulheres, o aumento do tempo de contribuição 15 para 20 anos e o fim das condições especiais para trabalhadores rurais e professores terem direito ao benefício. A PEC da reforma da Previdência ainda traz a possiblidade de ser implantado o regime de capitalização, em que o trabalhador contribui mensalmente, em uma conta individual, administrada por financeiras privadas.

     

    Manifestação Popular

    O desmonte do sistema previdenciário, o fim do sonho da aposentadoria e a tentativa de Bolsonaro ‘acabar de vez’ com as leis trabalhistas, na avaliação de Sérgio Nobre, são motivos para que o trabalhador reaja é vá às ruas na sexta-feira 22, Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência. “A vida do trabalhador nunca foi fácil, mas foi sempre em momentos de dificuldade que a nossa luta conquistou e manteve direitos. E agora não pode ser diferente”, diz Sérgio, reforçando também a necessidade de pressionar parlamentares para que votem contra a proposta porque, segundo ele, é desta maneira que se sensibiliza parlamentares: “tem que dizer ‘camarada’, votei em você para melhorar a vida do povo e não para tirar direito do trabalhador”.

     

    Veja os locais onde serão realizados atos no dia 22

    São Paulo: Capital: ato às 17h, em frente ao MASP, na Avenida Paulista

    Rio Grande do Sul: Porto Alegre: ato às 18h, na Esquina Democrática

    Mato Grosso do Sul: Campo Grande: paralisação com ato público às 9h na Praça do Rádio Clube. Em todo o estado a FETEMS realizou assembleias com os trabalhadores, que aprovaram greve geral no dia 22.

    Ceará: Fortaleza: ato às 8h na Praça da Imprensa (bairro Dionizio Torres)

    Santa Catarina: Florianópolis: ato em defesa da Previdência, às 17h, no Ticen.

    Acre: Rio branco: ato e panfletagem às 8h, em frente à sede do governo do estado (Palácio Rio Branco).