Transporte público de Brazlândia pode parar

Na próxima quarta-feira (22), às 10h, representantes do Sindicato dos Rodoviários vão ao DF- Trans buscarão solução para o caso da cooperativa Viação Alternativa, que deixou de pagar os trabalhadores há 14 dias. Após os protestos da população, o GDF encaminhou ônibus de outras empresas para atender a demanda da cidade, mas os trabalhadores continuam sem ter uma solição para a falta de pagamento.
“O governo pediu para as empresas São José, Urbi, Marechal e Pioneira colocarem ônibus delas para circular em Brazlândia. Ao todo, foram solicitados 17 veículos para atender à população”, explica o diretor do Sindicato dos Rodoviários, José Wilson.
O que preocupa o Sindicato porém são os 64 trabalhadores que prestavam serviços para a Alternativa. “Nenhum dos rodoviários foi recontratado pelas empresas que agora farão o percurso. Nesta quarta feira (22), vamos ao DF-Trans tentar resolver essa situação. Se não formos recebidos lá, tentaremos uma reunião com o secretário de transportes ou o vice-governador”, afirma José Wilson. “Se não formos recebidos, o jeito é parar o sistema todo para ver se tem diálogo. Todos os ônibus que agora fazem a linha podem parar caso não haja acordo”, avalia o sindicalista.
Marechal
Aproximadamente 2 mil rodoviários paralisaram as atividades entre 4h e 15h40, desta quarta-feira (21). A empresa, responsável por oferecer transporte público às regiões administrativas Park Way, Ceilândia, Guará e Águas Claras, deveria ter pago 40% de adiantamento salarial e auxílio cesta básica na última terça-feira (20).
De acordo com o Sindicato, os trabalhadores cruzaram os braços devido aos constantes atrasos aos quais a categoria é exposta. Entretanto, os trabalhadores receberem os atrasados na tarde desta quarta-feira (21) e retomaram imediatamente às atividades.

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