Toda solidariedade aos professores e às professoras das escolas particulares

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, decidiu liberar a abertura de escolas particulares a partir do dia 8 de março. A manifestação entra em choque com o atual cenário imposto ao DF, que registra média móvel de mortes por covid-19 de 16,3: um aumento de 68,6% em relação há 14 dias. Assim, fica evidente o atendimento dos interesses do capital em detrimento da aplicação de políticas que prezem pela vida do povo.

Independente de estrutura física, quando se trata de aulas presenciais, indica-se aglomeração diante de um vírus que não dá trégua. Em Campinas (SP), por exemplo, em uma única escola particular, 39 funcionários e oito alunos foram infectados pelo coronavírus após a retomada das atividades presenciais com rodízio de 35% dos estudantes, no último dia 25 de janeiro. Isso mostra a gravidade de se retomar as atividades presenciais em escolas públicas ou privadas de qualquer lugar do Brasil em tempos de pandemia da covid- 19.

Por mais que a possibilidade de infecção e morte pelo coronavírus seja menor em ambientes com estrutura física ampla, com disponibilidade de máscara e álcool em gel, estamos falando de vida. Se perdermos apenas uma pessoa sequer, já importa. Pois todas as vidas são iguais. E nenhuma delas pode ser submetida à compensação financeira.

Por isso, o Sinpro-DF se solidariza com todas as professoras e todos os professores das escolas particulares do DF. Estamos juntos na luta, que não é senão pela defesa do direito humano à vida.

Diretoria colegiada do Sinpro-DF

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