Sinpro promove Projeto Educação para Todos e AIDS

Mais de 200 estudantes do 9° ano do ensino fundamental e do ensino médio do CEF 301 Recanto das Emas, CEF 312 Samambaia, CED 03 de Planaltina, CEMNB do Núcleo Bandeirante e CEM Júlia Kubitschek da Candangolândia participaram do Projeto Educação para Todos (EPT) e AIDS. A atividade, coordenada pela CNTE em parceria com o Sinpro, foi realizada durante a manhã desta quarta-feira (29), no Auditório Paulo Freire.
O Projeto Educação para Todos é uma iniciativa da Internacional da Educação (IE), vem sendo desenvolvido desde 2006 e tem como objetivo promover uma educação capaz de mudar atitudes em relação à sexualidade, com diálogo sobre o respeito, a igualdade de gênero, a prática sexual saudável, responsável, consciente e com o uso de preservativos. O EPT/AIDS também visa o combate ao preconceito e a todas as formas de discriminação que atingem as pessoas que vivem com HIV/AIDS.
Após um breve histórico sobre o tema dado pelos diretores da Secretaria para Assuntos de Raça e Sexualidade do Sinpro, os estudantes ouviram as palestras de Douglas Gomes (graduado em Serviço Social e pós-graduado em Estado, Governo e Políticas Públicas, pela UnB) e Andrey Rooseyelt Chagas Lemos (Professor de História), que abordaram o tema e responderam perguntas ao final da atividade. “Esta atividade é de culminância, pois já tivemos várias atividades neste ano. É um trabalho de educação constante, pois a contaminação da Aids continua crescendo, principalmente entre os jovens. Então precisamos chamar a atenção deles”, aponta Manoel Alves, diretor do Sinpro.
Para a diretora do Sinpro Gilza Camilo, o projeto tem a preocupação de trabalhar a prevenção e a conscientização desta questão nos estudantes da rede pública de ensino do DF. “Pesquisas apontam o crescimento da AIDS entre os jovens e a terceira idade. Por isto temos a preocupação de realizar atividades como esta, para mostrar aos estudantes a importância de se prevenir”, afirma a diretora.
O diretor do Sinpro Alberto Ribeiro finaliza dizendo que nada melhor do que debater com os próprios jovem o aumento da incidência de DST/AIDS. “O esclarecimento e o alerta foi apresentado aos estudantes e eles mesmos terão condições de repassar informação importantes de prevenção e cuidados com a própria saúde”.

 

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