Sinpro-DF reúne com o Inas e cobra explicações sobre o plano de saúde

O Sinpro-DF se reuniu, na manhã desta sexta-feira (12), com a direção do Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Distrito Federal (Inas-DF) para buscar explicações sobre o funcionamento do GDF Saúde e outras questões relacionadas ao plano de saúde apresentadas pela categoria, que reclama de falta de clareza nas informações disponibilizadas pelo instituto.

 

Dentre os temas, pautados, destaque para as explicações sobre os erros de cálculo e, consequentemente, de cobranças indevidas no contracheque de professores(as). A comissão alertou para o fato de que os auxílios não podem ser utilizados para cálculo de percentual de cobrança. Observou que a redução dos valores cobrados de coparticipação, principalmente, nos casos de cirurgias e internações podem chegar à R$ 5 mil por evento. E reivindicou a diminuição do percentual de 50% para 30% nos casos de atendimentos em algumas especialidades médicas. Na maioria das especialidades, o percentual cobrado é 30%.

A comissão do Sinpro-DF advertiu sobre a importância de o Inas fornecer uma tabela clara com os valores de consultas, exames, procedimentos etc. reais e vigentes, já que se trata de um plano com coparticipação. A categoria quer saber quanto irá desembolsar, de fato, em cada utilização do plano e pede para que isso esteja claro. Dentre outras coisas, o sindicato destacou a necessidade de mais clareza na lista de clínicas credenciadas porque várias das que estão listadas como integrantes da rede credenciada não atendem ao GDF Saúde.

 

Solicitou informações sobre portabilidade para quem já tem plano de saúde e quer mudar para o Inas, uma vez que, quando o plano foi lançado, a portabilidade não havia sido admitida. Indagou sobre a nomeação dos conselheiros representantes dos trabalhadores na diretoria do Inas, uma vez que há espaço para essa representação, mas até agora não houve nomeação, bem como uma posição sobre a adesão de professores do contrato temporário que, por enquanto, estão sem matrícula.

 

A direção do Inas esclareceu vários pontos e, outros, ficou de verificar para dar uma resposta precisa. Eles se comprometeram a corrigir as cobranças indevidas no próximo contracheque e a estudar o caso da portabilidade. Assumiu o compromisso de viabilizar a nomeação dos conselheiros representantes dos trabalhadores e informaram que isso irá ocorrer no próximo em março.

 

Também explicou que o professor do contrato temporário só pode fazer a adesão no momento em que estiver com um número de matrícula e com contrato em vigor como Governo do Distrito Federal (GDF) e que, uma vez aceito no plano, mesmo que esse contrato seja encerrado, a pessoa poderá permanecer nele até 1 ano depois de encerrado. Mas para isso acontecer, o contratado terá de manifestar, oficialmente, esse desejo.

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