Sinpro-DF convoca diretores e vice-diretores para reunião nesta quarta-feira (27)

A diretoria colegiada do Sinpro-DF comunica que se reuniu, na tarde desta segunda-feira (25/9), com a Procuradoria do Distrito Federal para equacionar os problemas criados pela Circular nº 8/2017, da Secretaria de Gestão de Pessoas do Governo do Distrito Federal (GDF), que convocou diretores e vice-diretores que acumulam cargos efetivos e funções de direção para optarem, em cinco dias, por uma das duas situações.
Em razão desse encontro, convoca diretores/as e vice-diretores/as para reunião nesta quarta-feira (27), às 10h, na sede do sindicato.
Na reunião com a Procuradoria do Distrito Federal, a diretoria colegiada demonstrou os efeitos da descontinuidade e os prejuízos que se apresentarão por causa da decisão impetuosa, com claros prejuízos para os/as servidores/as, estudantes e comunidade escolar. O objetivo da reunião foi o de apresentar o cenário caótico que irá ocorrer por causa da circular e exigir uma mudança de posicionamento do governo Rodrigo Rollemberg (PSB).
“As tratativas se encaminham para uma solução do problema antes do prazo final dado pela SEEDF para que o/a servidor/a fosse obrigado/a a realizar a sua opção. Caso as negociações não avancem para um resultado em que os/as direitos/as dos/as professores/as sejam respeitados, o Sinpro-DF tomará as demais medidas necessárias”, afirma Dimas Rocha, coordenador da Secretaria para Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos.
Sem nenhuma sustentação pedagógica ou justificativa administrativa, o governo Rollemberg determinou que os/as servidores/as públicos/as, incluindo aí diretores/as e vice-diretores/as de escolas públicas, deverão optar entre sair dos cargos de direção ou pedir exoneração de seu segundo vínculo de trabalho.
No entendimento da diretoria colegiada, a decisão é unilateral e sem planejamento. E avisa que, com essa circular, o governo Rodrigo Rollemberg (PSB) interrompe repentinamente o trabalho pedagógico desenvolvido nas escolas da rede pública de ensino do DF, causando prejuízos incalculáveis na vida profissional e pessoal dos/às diretores e vices, professores/as, estudantes, atingindo, com prejuízo, até mesmo a comunidade escolar.
“Mais uma vez o GDF adota medidas impertinentes que não trazem benefícios nenhum para a educação pública do Distrito Federal. Ao instituir uma deliberação desse tipo, causa uma ruptura abrupta tanto na vida escolar das comunidades afetadas como na vida pessoal destes/as servidores/as”, observa os/as dirigentes sindicais.

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