No Dia da Independência, Grito dos Excluídos marcará resistência contra retrocessos do governo Bolsonaro

Com o tema Este sistema não vale, lutamos por justiça, direitos e liberdade, a 25ª edição do Grito dos Excluídos vai mobilizar o país no dia 7 de setembro. No Dia da Independência milhares de estudantes, trabalhadores(as) e a sociedade em geral vão às ruas do país para denunciar o desemprego, a estagnação econômica, os crimes ambientais, o desmonte, os retrocessos e a retirada de direitos da classe trabalhadora, fatores que estão trazendo o caos para o Brasil.

“Os nossos direitos estão sendo solapados, estamos voltando atrás, quer dizer, excluídos da Saúde, da Educação, na questão da reforma agrária, da terra e dos povos indígenas, negros e quilombolas. As periferias estão cheias de jovens, negros, sobretudo os que querem estudar e trabalhar e estão à mercê da violência”, afirma o coordenador nacional do Grito dos Excluídos, Ari Alberti.

Realizada desde 1995, a manifestação, que surgiu dentro da Igreja Católica, conta também com a adesão de movimentos sociais e sindicais que se juntam ao Grito dos Excluídos para barrar o avanço da reforma da Previdência que tramita no Senado.

O Grito dos Excluídos também completa 25 anos de edições ininterruptas denunciando ainda os crimes socioambientais que levaram o Brasil a protagonizar uma crise internacional recentemente.

Neste sábado, todos os estados brasileiros realizam mobilizações por justiça, direitos e liberdade. No Distrito Federal a concentração será às 8h, na Torre de TV. Fazendo uma alusão ao Fora Collor, a União Nacional dos Estudantes (UNE) pede para que todos usem preto neste 7 de setembro.

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