Inscrições para o VIII Ebrem ainda estão abertas

O VIII Encontro Brasiliense de Educação Matemática (VIII Ebrem) está com as inscrições abertas. Com o tema “Ensino presencial e educação a distância para o presente e possibilidades para o futuro da educação matemática”, o evento é uma realização da Sociedade Brasileira de Matemática — Regional do Distrito Federal  (SBEM-DF) — e ocorrerá, totalmente on-line, entre os dias 17 e 22 de agosto.

Professores(as), estudantes e pesquisadores(as) interessados, acessem os links <www.sbemdf.com.br> ou <https://www.even3.com.br/viiiebrem/> para inscrições e mais informações. O evento terá a participação dos(as) professores Marcelo Borba, que irá falar sobre “Ensino presencial, ensino a distância, covid-19, ignorância e educação matemática”, e Bruno Max, com o tema “A estratégia da gamificação para o ensino a distância”; e das professoras Cleia Nogueira, Gina Vieira e Letícia Montandon, que vão abordar o “Ensino remoto e ensino presencial: o que aprendemos com o afastamento social”.

O VIII Ebrem é uma das várias iniciativas da SBEM na área de educação e ensino de matemática para professores(as), estudantes e pesquisadores(as) com o intuito de promover, incentivar e disseminar pesquisas, estudos e discussões de temas afins, troca de experiências, intercâmbio de atividades, conhecimento e aperfeiçoamento continuado de professores(as) na área de educação matemática no Distrito Federal e Entorno.

“Pretendemos abordar as polêmicas evidenciadas durante a pandemia relacionadas aos paradoxos apontados entre educação presencial e EaD num momento em que a educação escolar se viu em xeque, durante o afastamento social. Como garantir, em tempos de pandemia, a equidade na educação escolar em uma sociedade marcada pela desigualdade de acesso aos meios tecnológicos?”, anuncia a nota sobre o evento da SBEM.

Letícia Montandon, diretora do Sinpro-DF, alerta para a importância da participação dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. “É fundamental que todos e todas se inscrevam, justamente, para debater um assunto tão relevante neste momento. É uma das raras oportunidades de a gente discutir juntos os desafios impostos e construir um pós-pandemia porque, certamente, as coisas serão diferentes depois que tudo isso passar”.

A diretora avalia que “essa temática é, realmente, oportuna porque estamos num momento excepcional. A educação básica nunca foi feita dessa forma. Portanto, é um grande desafio tanto porque os investimentos em tecnologia para as escolas públicas nunca foram satisfatórios e, hoje, a pandemia do novo coronavírus escancara esse problema porque existe uma necessidade sim desses recursos tecnológicos, dos insumos — a Internet, o computador — e tudo o mais para que os estudantes consigam um mínimo de acompanhamento. A crise sanitária evidenciou o grande problema do não investimento”.

Ela diz ainda que, apesar de ser algo novo e de o Distrito Federal e todo o País enfrentarem o profundo não investimento dos governos na educação, os(as) professores(as) estão buscando, atender, minimamente, aos(às) estudantes. “Realmente, a gente observa que milhares não vão acompanhar, justamente, por causa da falta de gestão do dinheiro público e negligência com a educação dos governos”, afirma.

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