Deputados e representantes de entidades criam comissão para mediar impasse entre professores e GDF

Uma comissão com representantes de entidades da sociedade civil, instituições, Conselhos de Direitos Humanos e parlamentares federais e distritais foi criada, nesta sexta-feira (6), para intermediar as negociações e mediar o impasse entre a categoria de professores em greve e o Governo do Distrito Federal (GDF).
O grupo divulgou um Manifesto no qual analisa brevemente a situação, aponta os prejuízos relacionados ao impasse e afirma que a comissão se coloca “à disposição das partes para que se encontre uma solução justa e rápida para a situação”. No documento, a comissão solicita uma audiência com o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) e se põe à disposição para mediar o diálogo entre as partes.
A deputada federal e vice presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, Erika Kokay (PT-DF), enviou um ofício ao GDF no qual anuncia o Manifesto e informa que a comissão é resultado da reunião entre as entidades, parlamentares e o deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP), presidente da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público  da Câmara dos Deputados.
Além de Kokay e Silva, subscrevem o Manifesto o deputado distrital Ricardo Vale (PT), presidente da Comissão de Defesa de Direitos Humanos, Cidadania, Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Legislativa do DF; Heleno Manoel Gomes Araújo Filho, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE);  Michel Platini, presidente do Conselho Distrital de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Humana do Distrito Federal  (CDPDDH); José Márcio de Moura Silva, presidente da Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de Brasília; Rodrigo Britto, presidente da Central Única dos Trabalhadores de Brasília (CUT Brasília); e Márcia Abrahão, reitora da Universidade de Brasília (UnB).

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