Começa o 11º Congresso das/os Trabalhadoras/es em Educação Chico Mendes

Começou, nesta quinta-feira (16) e vai sábado (18), o 11º Congresso das/os Trabalhadoras/es em Educação Chico Mendes. Nesta edição, há 780 inscritos, além da participação dos palestrantes. A abertura contou com a apresentação artístico-cultural dos Kamaiurás, um povo indígena referência na área cultural do Alto Xingu, além da palestra do professor e teólogo Leonardo Boff e da leitura e aprovação do Regimento Interno do congresso.

O Congresso do Sinpro é instituído pelo Estatuto do sindicado, que prevê sua realização a cada triênio. Ou seja, a cada 3 anos, a categoria deve se unir ao sindicato para realizar um grande debate dando conta das análises de conjuntura e definir as diretrizes que nortearão as ações e as políticas sindicai. E serve para orientar politicamente a categoria do magistério público do Distrito Federal sobre todas as questões da vida laboral e pessoal de cada professor(a) e orientador(a) educacional. É o momento em que a categoria se reúne com a diretoria do sindicato para discutir os grandes temas que envolvem as questões salariais, trabalhistas, sindicais, políticas, econômicas, pedagógicas, educacionais, culturais etc

“Este congresso tem uma razão mais forte por causa do momento em que o país vive: um golpe de Estado que retira direitos conquistados, ataca a democracia, elimina direitos sociais  consagrados na Constituição e, juntamente com tudo isso, começa o processo eleitoral. Mais do que nunca se faz necessário o profundo debate sobre essa situação e os impactos dela na educação”, analisa Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro-DF.

Previsto para ocorrer em maio, o 11º Congresso das/os Trabalhadoras/es em Educação Chico Mendes teve de ser adiado para os dias 16, 17 e 18 de agosto deste ano. Os Grupos de Trabalho (GT), que discutiram antecipadamente os temas do meio ambiente, da saúde do trabalhador e da escola inserida no contexto de exclusão social, respectivamente, nos dias 3, 4 e 9 de agosto, com participação da categoria.

A Mesa de Abertura contou com a presença de Rosilene Corrêa (Sinpro-DF e CNTE), Rodrigo Rodrigues (CUT), Fátima Silva (CNTE), Rodrigo de Paula (Contee), Klerton Evaristo, Ângela Mendes (filha de Chico Mendes), Marcelo Acácio e Daniel Fernandes (movimento estudantil), Marco Antônio Barata (MST). Todos falaram do golpe e dos prejuízos que estão sendo impostos à classe trabalhadora. Todos defenderam a revogação das reformas que retiram direitos e promovem o atraso do Brasil.

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