Por administrador em 06/jan/2012

Plano de Saúde: Servidores não conhecem proposta



O novo ano começou e os servidores públicos do DF não sabem nada sobre o Plano de Saúde, que, segundo garantiu o GDF, será implantado neste mês de janeiro. Como isso é possível? Se a proposta está pronta, por que não é apresentada aos servidores?  Nunca é demais lembrar: um dos pontos do acordo feito pelos professores com o GDF era a implantação definitiva do Plano de Saúde a partir de janeiro de 2012.

Pelo acordo, a proposta deveria ser apresentada para discussão junto ao fórum de servidores em julho do  ano passado.  Mas até o momento, apesar de o governo afirmar que implantará o Plano brevemente, nenhum representante dos servidores conhece o seu teor.

Desde o início do ano passado alertamos para a necessidade de definir as diretrizes do Plano de Saúde dos Servidores Públicos do GDF, para que ele fosse implantado o mais rápido possível. Essa é uma conquista das professoras e professores estendida a todos e dela não podemos abrir mão! Infelizmente essa é uma novela que se arrasta desde o governo Roriz. Entra governo e sai governo e a enrolação continua.
É o caso de perguntar? Será mais um compromisso assumido e, mais uma vez, não cumprido? Até quando vamos esperar para ver nossos direitos serem respeitados?

Quem está no dia a dia das escolas públicas sabe o quanto a questão da saúde preocupa a categoria. Somos uma das mais expostas a doenças profissionais, justamente pela falta de um trabalho preventivo e sistemático de atendimento aos educadores. O índice de professores readaptados, ou seja, com limitações para o exercício de sua atividade-fim, é expressivo. Por isso um plano de saúde que atenda às nossas expectativas é fundamental para a melhoria das nossas condições de trabalho e vida.

O GDF também não retomou o diálogo sobre o Plano de Carreira e não deu nenhuma resposta para a carta que enviamos solicitando negociação direta com o governador sobre a questão.

Entendemos que a categoria está apostando no diálogo e na negociação, mas está em contagem regressiva até 8 de março, quando realiza assembleia geral e poderá decidir pela greve em respeito aos seus direitos.

 

 

 

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