Por administrador em 09/set/2014

Olimpíada do Conhecimento chega ao fim e premia 180 jovens



A Olimpíada do Conhecimento 2014 foi encerrada no domingo, 7, com uma cerimônia de premiação, na Arena Vivo, no Minas Tênis Clube, em Belo Horizonte, quando foram entregues 180 medalhas de ouro, prata e bronze em 58 ocupações para jovens profissionais de todo o Brasil. A pontuação máxima dos competidores é 600 pontos. Todos os participantes que superaram a marca dos 500 pontos receberam certificado de excelência.

Houve, ainda, destaque para os maiores pontuadores de cada estado, além do troféu Estrela Prisioneira para o competidor que atingiu a maior pontuação na competição. Entre os estados, o líder de medalhas foi Minas Gerais, com o total de 46, seguido por São Paulo, com 36, e Santa Catarina, com 18.

WorldSkills – Os 58 primeiros lugares de cada modalidade vão disputar vaga para participar da competição mundial de educação profissional WorldSkills, a ser realizada em São Paulo, em agosto de 2015. Para garantir uma vaga, os primeiros colocados da Olimpíada do Conhecimento terão de passar por provas e atingir o índice técnico exigido em sua modalidade.

Pela primeira vez a WorldSkills será realizada em um país da América Latina. No mundial, 1.200 competidores de 60 países vão disputar medalhas em 49 ocupações do setor industrial e de serviços.

Agropecuária – Os competidores das ocupações de irrigação, inseminação artificial e agrimensura, estreantes na disputa, conquistaram as medalhas de ouro, prata e bronze, já que a área de engenharias agrícola e pecuária contou apenas com a participação de estudantes dos institutos federais de tecnologia. “A área de agropecuária nunca participou de uma Olimpíada do Conhecimento antes. Essa abertura é a prova de que a nossa área vem sendo cada vez mais valorizada. O país tem crescido e, para crescer mais, precisará de bons profissionais na agricultura e na pecuária”, disse Paulo Henrique Fernandes Ferreira, do Instituto Federal Sul de Minas, que ficou em primeiro lugar na ocupação de inseminação artificial.

Segundo ele, a medalha de ouro foi um reconhecimento ao seu trabalho no campo desde menino. “Sempre estive ligado à pecuária. Desde criança trabalho com gado e me esforcei ao máximo nessa competição. Estou confiante que a premiação vai expandir minhas possibilidades de trabalho”, concluiu Paulo Henrique.

Fabrício Brinati Nogueira, do Instituto Federal do Rio de Janeiro, que ficou empatado com Paulo Henrique e também conquistou medalha de ouro na ocupação de inseminação artificial, ressaltou que tudo o que aprendeu ao longo do curso o ajudou a ganhar a premiação. “O Instituto me apoiou e meus planos para o futuro são seguir na área. Esperamos que as premiações conseguidas por nós levem o nome do Instituto para todo o Brasil”, observou Fabrício.

(Do MEC)

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