Por administrador em 22/jul/2014

CUT intensificará debate sobre bandeiras de luta da classe trabalhadora



Até 2015, a CUT Brasília fará esforço concentrado para, através da organização político-financeira, conscientizar a sociedade sobre a importância da Central e da luta de classe no Distrito Federal e no Brasil. A deliberação foi o principal ponto encaminhado na 2ª Plenária do Orçamento Participativo, realizada nessa sexta-feira (18), no auditório da CUT Brasília.

“Vamos elaborar um jornal específico explicando à população os pontos de luta dos trabalhadores. Isso é essencial para que a sociedade tenha conhecimento amplo da importância da Centra Única dos Trabalhadores para o Brasil e para Brasília”, explica o secretário de Administração e Finanças da CUT Brasília, Julimar Roberto.

De acordo com o secretário de Administração e Finanças da CUT Nacional, Quintino Marques Severo, para que a CUT possa disputar a hegemonia na sociedade e avançar rumo ao socialismo, é necessária uma atuação forte e planejada, o que depende, também, de recursos financeiros. “As demandas que são apresentadas nos debates do orçamento participativo nos indica claramente a necessidade de a gente reforçar, ampliar os recursos às CUTs estaduais para que ela possam cumprir essa tarefa de chegar em seus sindicatos com mais facilidade e com mais capacidade”, afirma o dirigente sindical.

O objetivo da Plenária do Orçamento Participativo é aprofundar o conhecimento e a discussão da autossustentação financeira da CUT – Nacional, Estaduais e Estrutura Vertical – como uma prioridade política e estratégica da Central. Neste sentido, o Orçamento Participativo tem como meta democratizar a gestão financeira da CUT, dando espaço para fortalecer a capacidade da Central de gerar recursos para respaldar financeiramente o planejamento e a execução dos planos de ação.

“O orçamento participativo organizado pela CUT Brasília e sindicatos filiados tem grande importância, uma vez que, de forma transparente, faz com que todos, coletivamente, possam planejar e organizar melhor os nossos desafios e as lutas que serão promovidas no próximo período. Dessa forma, conseguimos planejar e organizar nossas ações com qualidade”, avalia o presidente da CUT Brasília, Rodrigo Britto.

Imprimir