Sinpro exige solução para falta de transporte escolar na zona rural do DF

Não bastassem os problemas enfrentados por estudantes e professores(as) de escolas públicas da zona rural do Distrito Federal, muitos deles associados à falta de investimento do governo e à estrutura deficitária em muitas dessas unidades de ensino, milhares de alunos estão sem ir às aulas desde o dia 31 de outubro depois que funcionários das empresas de transporte escolar da rede pública deixaram de trabalhar. Os(as) trabalhadores que realizam o transporte dos estudantes da zona rural cruzaram os braços em protesto à falta de pagamento do GDF.
Segundo representantes das empresas que prestam o serviço, o governo tem dívidas que chegam a R$ 40 milhões, e se referem a repasses que não são feitos. Por conta da falta de repasse do GDF, cerca de 1.600 mil motoristas e monitores que atendem os estudantes estão sem receber salário há meses.
Essa não é a primeira vez que esse tipo de problema acontece no Distrito Federal, fato que tem prejudicado os estudantes e a busca por uma educação pública de qualidade. Enquanto o governador Rollemberg não honra esta dívida, milhares de crianças e adolescentes estão impossibilitados de irem para a escola.
Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação do DF, o governo tem uma dívida de R$ 2.560 milhões, débito iniciado em março de 2018. A assessoria de imprensa da SEE ainda informou que o pagamento deve ser feito nos próximos dias, e que até o momento os responsáveis não responderam se normalizarão o transporte.
A diretoria colegiada do Sinpro exige uma solução para esse problema, uma vez que não é a primeira vez que motoristas e monitores cruzam os braços pela falta de pagamento do governo.

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