Sinpro-DF realizou, nesta quarta (28), atividade sobre o Dia Mundial de Luta contra a Aids

Estudantes e professores(as) de cinco escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal e de Regionais diferentes, participaram, na manhã desta quarta-feira (28), do Dia Mundial de Luta contra a Aids. O evento, realizado no Auditório Paulo Freire do Sinpro-DF, no Setor de Indústrias Gráficas (SIG), teve a data antecipada. A campanha é iniciada no mundo todo em 1º de dezembro, mas o sindicato adiantou porque, este ano, o dia recairá no fim de semana.
Trata-se de uma atividade político-cultural da Secretaria para Assuntos de Saúde do Trabalhador do Sinpro-DF na qual se recorda do Dia Mundial da Luta contra a Aids. Essa iniciativa também está relacionada à agenda política e cultural da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), da CUT, da Internacional da Educação e do CEA. “O nosso objetivo é trazer os(as) estudantes, principalmente os(as) do 9º Ano e do Ensino Médio, e professores(as), para receber informações sobre as DST/Aids, sexualidade, gravidez na adolescência, prevenção, racismo e preconceito contra homossexuais”, esclarece Alberto de Oliveira Ribeiro, diretor do Sinpro-DF.
O sindicato convidou dois palestrantes: Andrey Lemos, professor de história, servidor público do Ministério da Saúde e especialista no tema; e Douglas Gomes, assistente social e trabalha com esse assunto na Secretaria de Saúde do Distrito Federal. “São palestrantes com bagagens local e nacional sobre o problema da Aids”, informa o diretor. Houve também “contação de causo” – uma atividade lúdica realizada o grupo Paê Palantos.
“O Sinpro-DF luta não só por direitos trabalhistas, mas também por direitos sociais, entendemos que temos de tratar desse assunto sempre. A CNTE orienta os sindicatos filiados a desenvolverem atividades relacionadas a esse tema. E, para isso, ela faz uma formação nacional a fim de que a gente possa replicar. O importante é dizer que a Aids teve um boom nos anos 1990. Após isso, diminuiu muito o número de pessoas que adquiriram a doença. Contudo, houve uma espécie de esquecimento e as pessoas não se cuidaram. Aí a doença voltou a crescer ferozmente entre jovens e idosos”, explica o diretor.
Além dos kits sobre a doença, os participantes receberam um lacinho de fita vermelha. Esse laço é o símbolo de solidariedade e de comprometimento da luta contra a Aids. O projeto do laço foi criado, em 1991, pelo Visual Aids, grupo de profissionais de arte, de Nova Iorque, EUA. Foi escolhido por causa da sua ligação com a ideia do sangue e da paixão.
Relatório da Uniaids indica que o número de novas infecções por HIV está aumentando em cerca de 50 países e as novas infecções globais por HIV caíram apenas 18% nos últimos 7 anos, de 2,2 milhões, em 2010, para 1,8 milhão, em 2017. Embora seja quase metade do número de novas infecções em comparação com o pico registrado em 1996 (3,4 milhões), o declínio não é rápido o suficiente para alcançar a meta de menos de 500.000 pessoas até 2020.
Acesse o relatório (em inglês) aqui.

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