Sinpro cobra nomeação imediata de orientadores(as) educacionais

foto_Ato orientadores 24.02.16
A diretoria do Sinpro, juntamente com os(as) pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais aprovados no concurso de 2014 – homologado em 2015 – realizaram um ato público nesta quarta-feira (24), em frente ao Edifício Phenícia (Setor Bancário Norte, Quadra 2, Bloco C). A manifestação teve como objetivo cobrar do Governo do Distrito Federal a imediata nomeação dos orientadores(as) educacionais aprovados em 2014.
A última convocação de orientador ocorreu em 2008 e desde então o GDF não nomeou nenhum profissional da área, acarretando uma carência de mais de 500 pedagogos(as)-orientadores(as) na rede pública de ensino do DF e a distância do número previsto no Plano de Carreira, que são 1.200 profissionais na rede. Atualmente temos pouco mais de 700 orientadores(as), algumas escolas sem nenhum profissional e em outras, orientadores sobrecarregados.
Uma comissão de negociação foi formada para debater o tema com representantes do governo e ficou agendada uma reunião com o secretário de Educação no dia 1º de março, às 8h30, no Edifício Phenícia. “Este Ato cobrou as nomeações e conseguimos agendar uma reunião com o governo para expor as dificuldades e os problemas que os orientadores educacionais enfrentam hoje. Esperamos que na próxima reunião saia algo concreto, que é a nomeação imediata dos orientadores”, salienta o diretor do Sinpro Francisco Alves (Chicão).
A pressão e a mobilização do Sinpro e da categoria garantiram, em 2014, a realização de concurso público para esse segmento, o que possibilita a ampliação do quadro de orientadores educacionais na SEE. Esta ampliação cumpre com a Portaria nº 32/2012, que modula o profissional da área e garante, em média, um orientador para cada 500 estudantes, e com o Plano de Carreira do Magistério Público do DF (Lei 5.105/13), que garante a criação de até 1.200 cargos nessa área. “O governo não está cumprindo isto e vamos lutar para que estas nomeações sejam feitas o quanto antes. Temos mais de 526 carências na rede pública de ensino e vamos lutar para que isto seja corrigido”, afirma a diretora Meg Guimarães.