RETROSPECTIVA 2020 | Sinpro enfrenta mentiras do governo federal e identifica as dores da categoria

No Dia 1º de Maio, embora estivesse envolvido em várias lutas em diversas frentes, o Sinpro-DF não deixou de comemorar o Dia do Trabalhador, como sempre fez em seus mais de 40 anos de história. O lema de 2020 foi “Solidariedade, saúde, emprego e renda”.

Era mais um mote para impulsionar o enfrentamento às políticas de ataque à classe trabalhadora do governo federal. Mesmo diante da crise econômica criada pelo seu próprio governo, agravada pela pandemia do novo coronavírus, Jair Bolsonaro, sem nenhum pudor nem empatia com nenhum ser humano, decidiu congelar os salários dos servidores públicos.

Com chantagens e mentiras, ele inseriu um veto ao projeto sobre ajuda financeira a estados e municípios em tempos de pandemia, condicionando o repasse da verba à proibição do reajuste salarial para os servidores. Lutamos e garantimos, no Senado, a derrubada desse veto. Contudo, na Câmara, após uma manobra da ala aliada a Bolsonaro, o veto foi mantido, prejudicando milhares de servidores.

Paralelamente a isso, e sempre preocupado com o adoecimento da categoria, o Sinpro-DF realizou a pesquisa “A dor da gente”, em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), para otimizar a atuação do sindicato nas causas do sofrimento dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. Foram lançadas duas pesquisas virtuais, disponibilizadas no site, sobre o retorno às aulas presenciais: uma, com pais, mães e responsáveis; e, outra, com a própria categoria.

Os resultados da pesquisa pautaram a imprensa local e interferiu na opinião pública, já que o repúdio ao retorno presencial às aulas foi, declaradamente, identificado. “Exigimos do Governo do Distrito Federal (GDF) e garantimos um tempo maior para sugestões ao plano de retorno virtual às aulas e para a formação dos professores e das professoras nesta nova realidade”, lembra a diretoria colegiada. Confira no vídeo.

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