RETROSPECTIVA 2020 | Sindicato mantém luta contra aulas presenciais e homeschooling

No dia 8 de agosto, quando o Brasil ultrapassou a marca de 100 mil mortos por Covid-19, em pouco menos de 5 meses depois da primeira morte registrada pelo Sars-Cov-2, em 12 de março, e manteve o País no segundo lugar no mundo em número de casos e de mortes pela doença, atrás apenas dos Estados Unidos, o Sinpro-DF intensificou a luta contra a volta às aulas presenciais.

Realizou uma maratona de debates sobre o tema em plenárias virtuais, com a participação da comunidade escolar, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), sindicatos de outras categorias e demais organizações da sociedade civil. Após intensa luta da categoria, o Governo do Distrito Federal (GDF) suspendeu esse retorno presencial por tempo indeterminado.

Agosto também deixou a marca lúgubre e da política genocida do governo federal. A falta de à pandemia pelo governo Jair Bolsonaro transformou o agosto de 2020 no mês que o Brasil ultrapassou as 100 mil mortos pela Covid-19. Em apenas 5 meses o País perdeu mais de 100 mil pessoas para uma doença que poderia ter sido controlada com boas práticas em saúde e políticas de controle.

O sindicato denunciou essa política genocida de Jair Bolsonaro em vídeo, indagando sobre o valor da vida. O vídeo foi transmitido em rede local de televisão, sites e redes sociais. Em outra frente, o Sinpro-DF atuou em todas as instâncias contra o homeschooling, com realização de lives explicativas sobre os reais objetivos do projeto e os prejuízos iminentes à educação, aos estudantes e aos profissionais.

Se manteve também mobilizado em favor da aprovação do Fundeb Permanente. No Senado Federal, o Fundeb poderia sofrer cortes se não tivesse seu texto aprovado. Com a pressão da educação e de todos os outros setores da sociedade, o Fundeb foi aprovado por unanimidade.

Agosto foi também o mês em que professores(as) e orientadores(as) educacionais se solidarizaram com a greve geral dos trabalhadores(as) dos Correios. A luta foi contra a retirada de mais de 50 direitos da categoria e a privatização da estatal mais antiga do Brasil, único órgão público presente em todos os municípios brasileiros.

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