Mulheres preparam 8 de Março histórico

No dia 8 de março, a CUT Brasília em parceria com os sindicatos filiados participará de uma grande mobilização para celebrar o Dia Internacional da Mulher. Batizado de “8 de Março Unificado”, a atividade reunirá diversos movimentos sociais e populares que prometem intensificar ainda mais a luta contra os retrocessos promovidos pelo governo ilegítimo de Michel Temer. O 8 de Março Unificado se estabeleceu em quatro motes: em favor da democracia; pela vida das mulheres; contra o racismo e em defesa dos direitos.
A concentração da mobilização acontece a partir das 14h no Museu Nacional da República. Às 17h, será realizada marcha até o Congresso Nacional. A ação contará com apresentações culturais, debates, oficinas para crianças, bazar e diversas outras atividades que buscam incentivar o debate e o engajamento de mulheres na luta por direitos e democracia, além de fazer o alerta não apenas às mulheres, mas à sociedade em geral sobre o atual cenário político. Veja o evento no Facebook

“Ano passado fizemos uma grande mobilização com cerca de 10 mil pessoas, e esse ano lutaremos para que esse número seja ainda maior”

De acordo com a Secretária de Mulheres Trabalhadoras da CUT Brasília, Sônia de Queiroz, todos os anos, quando chega o Dia Internacional da Mulher, já é tradição a Central Única dos Trabalhadores elaborar atividades que visam valorizar e conscientizar a população sobre a importância da mulher na sociedade, bem como a luta contra a violência, feminicídio, machismo e etc.
“Nós, da CUT Brasília, e demais movimentos como a Frente Brasil Popular (FBP) e Frente Povo Sem Medo (FPSM) queremos colorir a Esplanada com o vermelho da luta CUTista e o roxo do feminismo e trazer à tona esse debate tão importante. Ano passado fizemos uma grande mobilização com cerca de 10 mil pessoas, e esse ano lutaremos para que esse número seja ainda maior. Diante do aprofundamento do golpe, do Estado de Exceção, do fim dos direitos, mais que nunca, precisamos reagir. A nefasta reforma da Previdência, por exemplo, afeta diretamente a nós, mulheres. Por isso, iremos intensificar a luta em defesa das mulheres e da classe trabalhadora não só no dia 8, mas em todos os dias”, explica a dirigente.

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