Campanha: Educação rejeita veto de Bolsonaro que congela salário

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) declarou, nesta quinta-feira (7), que irá vetar a inclusão dos trabalhadores da educação entre as carreiras do serviço público que não terão congelamento salarial por 18 meses, conforme previa o texto original do PLP 39/2020. Ele disse que não aceita o novo texto do projeto aprovado, nesta semana, na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

No novo texto, enviado à Presidência da República para sanção,aprovado por unanimidade no Senado, nessa quarta-feira (6), incluiu a Emenda de Plenário nº 11, apresentada pelo PT, com a qual os(as) trabalhadores(as) da educação foram incluídos entre as carreiras do serviço público que não terão congelamento nem no salário nem na estrutura da carreira (anuênios, padrões, etapas, etc.)

Com essa declaração, criou-se uma movimentação nacional da educação para que ele não vete. Mas, se ele vetar, todas as entidades da educação do País irão recorrer para derrubar o veto, podendo, até mesmo, ser derrubado em sessão conjunta da Câmara dos Deputados e Senado Federal, conforme preveem as normas do Congresso Nacional.

Em razão dessa declaração e da campanha nacional da educação, o Sinpro-DF coloca à disposição da categoria um mecanismo de contato com a Presidência da República recomendando que os professores enviem mensagens exigindo a manutenção do texto aprovado pelas duas Casas Legislativas.

Disponibilizamos também, no final deste texto, a redação final do PLP 39. Todo o conteúdo interessa aos(às) brasileiros(as), mas o trecho que interessa aos(às) trabalhadores(as) da educação está no artigo 8º, parágrafo 6º.

Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais podem enviar mensagens para o número de WhatsApp, disponibilizado a seguir, solicitando que não haja veto no artigo 8º, parágrafo 6º.

Confira o número do WhatsApp:
(61) 99160-0207

Confira o texto final do PLP 39/2020 encaminhado à Presidência da República para sanção presidencial.

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