Ação do Sinpro e aprovados fortalece luta por nomeações
Não há educação pública de qualidade sem professores(as) valorizados(as), e não há valorização docente fora da carreira. Em defesa dessa pauta, o Sinpro e os(as) aprovados(as) no último concurso do magistério realizaram mobilização no centro de Brasília nesta sexta-feira (15/5).
O objetivo foi dar visibilidade à luta do magistério público pelo zeramento do banco e pela convocação imediata das vagas tornadas sem efeito. A ação integra o Calendário de Lutas do grupo para o mês de maio.
O local, a plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto, não foi escolhido por acaso. Por lá, passam milhares de pessoas todos os dias. Para ampliar o alcance da mobilização, uma grande faixa com a frase “Convoca Já! Zera o banco de aprovados da educação” foi estendida sobre o viaduto que liga o terminal rodoviário ao Conic. A ideia era levar a mensagem a quem passa de carro pelo Eixo Monumental, no sentido Esplanada dos Ministérios.
Além de faixas e cartazes, o grupo dialogou com a sociedade sobre a urgência das nomeações e seus impactos positivos para a educação pública do DF. Para a diretora do Sinpro Ana Bonina, a convocação de novos professores(as) efetivo possibilita, entre outros pontos, a continuidade do trabalho pedagógico , fortalecimento do vínculo com a comunidade escolar, refletindo diretamente na qualidade no ensino ofertado.
“Quando falamos em nomeação, estamos falando de valorização profissional e de dignidade para os(as) professores(as). Tirar trabalhadores(as) da lógica da terceirização e garantir ingresso na carreira significa oferecer mais estabilidade, melhores condições de vida, perspectiva de futuro e bem-estar para quem está diariamente nas escolas”, disse a diretora do Sinpro Ana Bonina.
Próximas ações
Ainda no mês de maio, a categoria se reunirá em Assembleia Geral para atualização da pauta de reivindicações. O encontro será no sábado (23/5), às 9h, no auditório da Escola Parque 308 Sul.
Serão debatidos temas como a reestruturação da carreira, reajuste no auxílio-alimentação, militarização das escolas públicas, entre outros.
