Viva o Cerrado Vivo leva cultura e educação socioambiental a escolas do DF na Semana do Cerrado

A segunda edição do projeto Viva o Cerrado Vivo percorre, entre os dias 11 e 18 de setembro, seis escolas públicas do Distrito Federal com apresentações de teatro, música e rodas de conversa voltadas à educação socioambiental. A iniciativa é proposta por Joelma Bomfim e conta com o apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC).

O projeto nasce do trabalho da professora e socioambientalista Iolanda Rocha, que participou da criação da Lei Distrital nº 7.053/2022, responsável por instituir a Semana do Cerrado no calendário letivo da rede pública de ensino do DF. Celebrado entre 5 e 11 de setembro, previsto no calendário da SEEDF, o evento exige que as escolas desenvolvam ações de conscientização sobre o bioma. A proposta do Viva o Cerrado Vivo é contribuir com esse debate de forma lúdica, por meio de brincadeiras, música e apresentações culturais. ​“De forma lúdica e enraizada na cultura popular, o projeto Viva o Cerrado Vivo envolve crianças e jovens na preservação do bioma, mostrando que aprender sobre o meio ambiente pode ser uma experiência viva e divertida”, afirma professora Iolanda.

As atividades incluem apresentações dos grupos Caco de Cuia e Mamulengo Fuswe, além de debates com Iolanda Rocha. O Caco de Cuia pesquisa ritmos e danças brasileiras. O quarteto é formado por Joelma Bomfim (triângulo), René Bomfim (violão), Cássio Murilo (zabumba) e Nivaldo (acordeon), com repertório de baião, forró, xaxado e xote. Já o Mamulengo Fuswe é um grupo de teatro de bonecos populares, formado por Tiago Francisco (diretor e bonequeiro) e pelos músicos Mais Arantes, Laís Almeida, Inácio Francisco e Joelma e René Bomfim, também integrantes do Caco de Cuia. “A gente fala através das brincadeiras sobre a questão do desmatamento, das queimadas, da falta d’água, então através até mesmo de uma simples brincadeira, a gente consegue transmitir esses ensinamentos pra eles e falar da importância do cerrado, isso pra mim é o ponto mais forte do projeto”, declarou Joelma Bonfim, idealizadora do projeto.

Neste ano, o projeto percorrerá os colégios do Gama Escola Classe 18, o CEF Tamanduá, Escola Classe 29, Escola Classe 21, CEF Ponte Alta Norte e Escola Classe Córrego Barreiro.

Confira a programação:

11/09, às 10h30 – Escola Classe 18 (Quadra 5, Área Especial, Conjunto D, Setor Sul, Gama – CEP: 72.410-304)

15/09, às 13h30 – CEF Tamanduá (Rodovia DF-180, Km 27, Ponte Alta Sul – CEP: 72.426-000)

16/09, às 16h20 – Escola Classe 29 (Entre Quadras EQ 13/15, Setor Sul, Gama – CEP: 72.410-851)

17/09, às 10h30 – EC 21 (EQ 44/45, Área Especial, Setor Leste – CEP: 72.465-445)

18/09, às 11h – CEF PAN (DF-40675, Km 5, Ponte Alta Norte – CEP: 72.426-100)

18/09, às 15h30 – Escola Classe Córrego Barreiro (Rodovia DF-180, Km 8, Ponte Alta Sul, Gama – CEP: 72.426-000)

O Cerrado é o segundo maior bioma do Brasil, ocupando cerca de 24% do território nacional. Reconhecido como a savana mais biodiversa do mundo, abriga três dos maiores aquíferos brasileiros e seis das oito grandes bacias hidrográficas do país. Apesar de sua importância, o bioma enfrenta destruição acelerada pela expansão do

A segunda edição do Viva o Cerrado Vivo é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC).