Por Luis Ricardo em 17/out/2017

Racionamento de água castiga as escolas públicas do DF



A falta de planejamento e gestão do Governo do Distrito Federal em relação aos recursos hídricos tem prejudicado várias escolas públicas. Na última semana, unidades de Sobradinho e de Planaltina ficaram sem água e sem nenhum socorro emergencial por parte do GDF, prejudicando professores(as) e estudantes.

Segundo relatos de professores, algumas escolas ficam até três dias sem água e a CAESB, juntamente com a Secretaria de Educação, não apresentam um plano emergencial para contornar o problema de abastecimento que assola a capital federal. Caso seja necessário intensificar o racionamento para os próximos dias, as escolas podem entrar em absoluto colapso, já que algumas podem chegar a até 3 mil pessoas entre estudantes e funcionários, como é o caso do CEMAB. “Muitas vezes estes cortes acontecem sem qualquer tipo de aviso prévio, o que impossibilita as direções das escolas de fazerem um planejamento que envolva a organização das atividades de acordo com o racionamento. No momento que o DF vive as maiores temperaturas da sua história e também baixos índices de umidade, o mínimo necessário para manter as escolas funcionando de forma salubre é um abastecimento mínimo de água”, revela o diretor do Sinpro Yuri Soares.

O Sinpro incluiu esta questão na pauta de discussões com a SEE, e afirma que é preciso um plano de suporte emergencial para as escolas. É importante lembrar que é papel do GDF garantir condições mínimas de trabalho para os professores e de aprendizagem para os estudantes.

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