Diretor do Sinpro marca presença na 5ª edição do Simpósio Nacional em Socioeducação
Estudantes de graduação e pós-graduação, educadores(as) e pesquisadores(as) de todo o país marcaram presença na 5ª edição do Simpósio Nacional em Socioeducação, que aconteceu em São Luís (MA). O Sinpro também participou do evento com o diretor João Macêdo integrando a equipe responsável pela condução de uma das oficinas.
A oficina intitulada “Roda de Conversa Dialogada: Futuros Imaginados com as Juventudes” foi idealizada pela Prof. Dra. Urânia Flôres da Cruz Freitas, professora do Programa de Pós-graduação em Políticas Públicas para Infância e Juventude (PPGPPIJ/UnB), e contou também com a participação da mestranda Fernanda de Lima Oliveira, também do PPGPIJ (UnB), na equipe de condução da oficina. Estavam presentes ainda monitores(as) de cursos de graduação da UFMA e da UnB, como também o professor Anderson Neves do Santos, doutorando do PPGE (UFPEL).
A atividade proporcionou um espaço aberto e participativo para a construção coletiva de ações e estratégias, permitindo que os(as) jovens participantes expressassem livremente suas visões de mundo e compartilhassem seus sonhos e desejos profissionais para 2040.
A ideia central nesta dinâmica foi levar os(as) participantes a perceberem a importância de seu protagonismo, ações e decisões para a construção de seus futuros e da comunidade em que vivem. A metodologia utilizada foi a Ação-Reflexão-Ação (ARA), e além das perguntas geradoras foi utilizada a ferramenta de prospectiva estratégica, intitulada de backcasting. Para o movimento de ação-reflexão-ação e sua continuidade é importante destacar o que foi dito pela professora Urânia Flôres: “O futuro não é sorte, é direção e caminho. Começa com pequenas decisões e ações hoje. O futuro ainda não existe e podem ser muitos. Porém, você pode sonhar, imaginar, planejar e construir os seus futuros desejados.”
“Debater socioeducação é fundamental porque envolve diretamente direitos humanos, juventude, justiça e futuro social. Trata-se do conjunto de medidas aplicadas a adolescentes que cometem atos infracionais, com foco não apenas na responsabilização, mas principalmente na educação, reintegração e reconstrução de projetos de vida”, finaliza João Macêdo.
