Formação Continuada do Sinpro: aulas dos novos cursos começaram nesta quinta-feira (19/3)
O auditório Paulo Freire da sede do sindicato recebeu na noite de quinta-feira (19/3) a aula inaugural do primeiro semestre de 2026 dos cursos de Formação Continuada do Sinpro. As turmas de PNEEI em contexto: Fundamentos, Práticas e Estratégias Pedagógicas e Libras em Contexto: Práticas de Conversação para Profissionais da Educação tiveram o primeiro encontro presencial de acolhida, com a apresentação do cronograma dos cursos e da plataforma onde serão ministradas as aulas híbridas.
“Oferecemos dois cursos voltados para a educação especial inclusiva, que marcam o compromisso do Sinpro com o aprimoramento da formação dos professores e com o debate pra que a gente possa construir uma escola que seja inclusiva, equitativa e de qualidade, uma escola pública fundamentada nos preceitos da inclusão”, afirma a coordenadora da secretaria de política educacional do Sinpro, Ana Bonina.
“O curso do Sinpro sobre PNEEI é um curso inédito, que emerge num contexto superatual e importante, tanto de publicação da Política Nacional de Educação Especial Inclusiva, instituída pelo decreto 12.686 em outubro de 2025, mas também pra atender
às demandas sociais resultantes do aumento de estudantes que são público da educação especial nas escolas comuns, além de atender à necessidade de atualização e pensamento de outras práticas e recursos pedagógicos que atendam à diversidade do público”, explica a professora do curso PNEEI em contexto, Gisele de Mozzi.
“O curso garante a oportunidade de transformar a recente legislação em realidade nas salas de aula. Esse é um processo em que o Sinpro incentiva o professor a garantir sua formação continuada, que é a base para se compbater o capacitismo”, completou o diretor do Sinpro Herbert Anjos.
“A ideia do curso de libras é de que ele seja uma política continua, parea formar professores e capacit´[a-los para atuar na educação inclusiva, e diminuir o anseio que a categoria tem, de não ter o investimento do Estado”, conclui o diretor do Sinpro Carlos Maciel.
