Assuntos de Raça e Sexualidade

  JucimeireBarbosa  DelzairAmancio
Wiviane Farkas
Celular: (61) 9981-9064
Regional: Plano Piloto
wivianefarkas@sinprodf.org.br
Jucimeire Barbosa (Meire)
Celular: (61) 9264-5466
Regional: Samambaia
jucimeire@sinprodf.org.br
Delzair Amancio da Silva
Celular: (61) 9696-6600
Regional: Plano Piloto
delzair@sinprodf.org.br

 

 

Apresentação

A preocupação com questões relacionadas às diversas identidades étnicas e, também, àquelas relativas ao desejo sexual, marcaram o início desse milênio. Afrodescendentes, negros e negras, indígenas, mulheres, gays, lésbicas, transexuais e todos os segmentos historicamente discriminados apresentaram à sociedade, por meio do trabalho militante, várias propostas de mudança de comportamento, no sentido de valorizar as diferenças, bem como de combater o preconceito e a discriminação nas suas variadas maneiras.

Assuntos como esses não poderiam estar separados do ambiente escolar. Verificamos que muitos professores e professoras realizam, em suas escolas e fora delas, pesquisas e atividades de combate ao preconceito e à discriminação étnico-racial, assim como estão envolvidos na luta contra a violência homofóbica. Há, portanto, um interesse muito grande dos educadores(as) nessas questões, uma vez que existem conseqüências oriundas dessas ações nocivas, que transformam a vida de crianças e adolescentes. Uma dessas conseqüências chama-se evasão escolar.

 

Essas iniciativas educacionais de combate ao preconceito e à discriminação precisam ser conhecidas por todos(as) nós. Esse link contém informações importantes, que podem orientar os(as) educadores(as) na solução de algumas questões, nas quais a sensibilização e o olhar cuidadoso, de respeito às diferenças, é fundamental para que se obtenha um resultado positivo e inclusivo. A lição mais importante que se aprende nas instituições de ensino a de que não é possível ser feliz de maneira solitária. Para isso, é preciso que a sociedade entenda que a felicidade só se concretiza de maneira plena quando existe respeito.

É nesse contexto que a Secretaria de Raça e Sexualidade do Sindicato dos Professores no DF apresenta esse link, que pode ser utilizado tanto por professores quanto por alunos. É preciso dirimir as dúvidas sobre alguns conceitos – encarados como verdades absolutas – a respeito da sexualidade humana e suas diversas manifestações. É necessário compreender que os afrodescendentes não podem continuar a ser excluídos da sociedade em função de sua origem étnica. A vida digna, em todas as suas etapas, não pode ser negada a quem quer que seja.

%d blogueiros gostam disto: