Por administrador em 02/dez/2011

Professores estão em contagem regressiva, mas GDF não retoma negociações



No dia 8 de março de 2012 os professores fazem assembleia e podem decidir pela greve se até esta data o GDF não apresentar uma proposta que possa ser avaliada pela categoria. A decisão de iniciar a contagem regressiva para esta data foi tomada pela assembleia do dia  17 de novembro, justamente porque a diretoria avaliou, e a categoria referendou, que ainda é possível apostar na negociação  em torno da nossa pauta de reivindicações, já que a proposta apresentada nem de longe vem ao encontro do anseio da categoria de conquistar a isonomia salarial com outras carreiras de nível superior até 2014.

Infelizmente parece que o GDF não pensa da mesma maneira. Chegamos a enviar um ofício solicitando uma audiência para negociação direta com o governador Agnelo Queiroz, mas não recebemos qualquer resposta. Com a rejeição à proposta de tabela salarial apresentada pelo governo, todas as negociações sobre o Plano de Carreira, seja a respeito da tabela seja de sua estrutura, foram paralisadas.

Pontos  importantes que começaram a ser discutidos não foram finalizados, como por exemplo, a distribuição de carga horária, o que poderá comprometer a organização das escolas para o próximo ano.

Tememos que ocorra o mesmo que ocorreu com a proposta de Gestão Democrática. A demora no envio da proposta à Câmara Legislativa impediu que as eleições para as direções de escola pudessem ocorrer em tempo hábil.  Vale lembrar que o compromisso do governo era enviar o projeto de lei da gestão até o dia 30 de junho.

A forma de contratação dos professores de contrato temporário  também demanda uma definição urgente! É inaceitável que há menos de um mês do fim do ano não haja definição se o contrato será prorrogado e se eles terão atendida a reivindicação de não receber como horistas e sim com base no piso salarial dos professores efetivos, o que é mais justo.

Ao definir o prazo de 8 de março para que o GDF se manifeste sobre nossa pauta, esperávamos que o GDF cumprisse a sua parte e retomasse o processo negocial, em respeito aos professores.

Não podemos mais esperar! Exigimos negociação Já!

 

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