Por administrador em 26/ago/2011

Participação do Sindicato no Dia Nacional de Visiblidade Lésbica



O Sinpro-DF participou da 7ª Ação Lésbica Feminista, ocorrida nos dias 27 e 28 de agosto, organizada pela Associação Lésbica Feminista de Brasília Coturno de Vênus, na Praça Zumbi dos Palmares, no CONIC, das 10h às 22h. O Sindicato não apenas apoiou a iniciativa, juntamente com outras organizações do movimento social e sindical, mas colocou à disposição das mulheres presentes ao evento várias informações relacionadas à data comemorada. A ação antecipou o Dia Nacional de Visibilidade Lésbica, comemorado no dia 29 de agosto. O evento mobilizou as mulheres de Brasília, independentemente de suas orientações sexuais, para o debate sobre as questões a defesa de direitos humanos, civis e sociais das lésbicas, bem como no combate à lesbofobia.

O Sindicato foi representado pelas diretoras Maria de Fátima Nunes da Silva (Fatinha), Elaine Amâncio, Maria José (Zezé), Wiviane Farkas. Na fala das diretoras, durante as Rodas de Conversa, ficou explícito o compromisso público do Sindicato de combater quaisquer formas de discriminação, sexismo, autoritarismo e desrespeito aos direitos humanos dos LGBT. “O Sinpro-DF defende os direitos humanos, e um deles é a pluralidade sexual presente em nossas relações sociais, em nossas escolas, mas ainda invisível para efeito de direitos humanos e civis. Devemos lutar juntas pelo  orgulho e pela visibilidade dos direitos das lésbicas, de serem legalmente felizes, contando com as garantias constitucionais de cidadania plena”, afirmou Fatinha, uma das diretoras que integra a pasta de Raça e Sexualidade do Sinpro-DF.

Wiviane Farkas, coordenadora da secretaria já mencionada, falou um pouco do trabalho que o Sindicato vem desenvolvendo no combate ao preconceito e à discriminação por orientação sexual. “Desenvolvemos projetos de formação e sensibilização direcionados a professoras e professores do Distrito Federal, pois entendemos que a escola não pode ser o palco das barbaridades cometidas contra os LGBT. A escola deve ser o espaço de aprendizagem da cidadania e isso inclui o respeito pelas pessoas, não importando a orientação sexual delas”, explicou Wiviane.

Para o Sindicato foi a oportunidade de reforçar a parceria em atividades e projetos de defesa de diretos humanos da comunidade LGBT.

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