Por administrador em 13/nov/2013

Manifestação pede solução para escola desativada na Estrutural



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Representantes do Sinpro-DF e do Movimento Social em Defesa da Cultura e Educação da Estrutural realizaram uma manifestação durante a manhã desta quarta-feira (13), dando um abraço simbólico na Escola Classe 01 da Vila Estrutural. O colégio foi desativado em junho de 2012, devido à grande concentração de gás metano nas suas dependências, e desde então os alunos da EC 01 estudam na EAPE (Escola de Aperfeiçoamento de Profissionais da Educação) e na Escola Classe da 315 Sul, ambas no Plano Piloto.

A manifestação reivindicou que a Secretaria de Educação do Distrito Federal providencie, o mais rápido possível, a locação de um prédio nas proximidades da Estrutural para abrigar os alunos de 6 a 10 anos, que precisam pegar ônibus às 5h30 da manhã para chegar no horário da aula, e muitos que estudam no turno vespertino chegam em casa às 20h. Segundo a diretora do Sinpro, Vilmara do Carmo, os estudantes sofrem, também, com a falta de paradas de ônibus e com a ausência de uma estrutura adequada na EAPE para alunos da Escola Classe. “Exigimos que o governo resolva o problema. Existe uma proposta de alugar um prédio no SIA, mas até agora nada foi feito. Estamos chegando no fim de 2013 e os alunos precisam se deslocar até o Plano Piloto para estudar. Isto precisa mudar”, diz a diretora, lembrando que devido ao impasse do governo, o número de matrículas caiu de 1.400 no início do ano letivo para 800 atualmente.

O Sinpro-DF solicita do GDF uma solução ágil para o problema e enquanto não providencia a construção de uma nova escola na Estrutural, que pelo menos disponibilize um local mais próximo para que estes estudantes possam ter aulas. “Esperamos que o ano letivo de 2014 comece em um espaço que respeite as necessidades da comunidade”, finaliza a diretora Vilmara. Os diretores Carlos Cirane e Eliceuda França também participaram da manifestação.

 

Identificação do problemas – O problema da EC 01 foi identificado quando alunos, professores e funcionários passaram a se sentir mal, com ardência nos olhos, vômitos e desmaios. Na ocasião, a Defesa Civil e especialistas da UnB constataram que se tratava de gás metano, proveniente de material em decomposição no subsolo, já que a escola foi construída sobre um lixão.

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