Por administrador em 05/out/2012

Dilma abre exposição de Caravaggio no Palácio do Planalto



A exposição com seis telas do artista italiano Michelangelo  Merisi da Caravaggio foi inaugurada hoje (5) na capital federal, após passar por São Paulo e Belo Horizonte. A presidenta Dilma Rousseff abriu a exposição, localizada no Salão Leste do Palácio do Planalto, e destacou que um palácio de governo deve servir para além da tomada de decisões administrativas. O Sinpro foi convidado para a cerimônia de abertura e foi representado pela diretora Cláudia Bullos.

“Eu queria dizer que para mim é um momento especial porque nós estamos aqui numa obra moderna, original, que é o Palácio do Planalto e, ao mesmo tempo, estamos recebendo seis telas de um dos maiores pintores. É um encantamento poder permitir que milhares de brasilienses, que nasceram aqui ou que visitam esta cidade, tenham acesso à essas seis obras”, disse a presidenta em discurso.

A presidenta citou o grande interesse que a exposição despertou nas duas capitais brasileiras por onde passou, com filas de até duas horas de espera em São Paulo. Ela também relacionou o evento a um gesto de amizade entre Brasil e Itália. “Aproxima ainda mais o Brasil da Itália e aproxima de uma forma especial, que é aquela que só a arte consegue fazer entre os povos”, avaliou Dilma.

É a primeira vez que Brasília recebe obras de Caravaggio. Os quadros fazem parte de coleções particulares e de acervos de três importantes museus italianos – Galleria Borghese e Palazzo Barberini, em Roma, e Galleria degli Uffizi, em Florença.

Das seis telas, duas são expostas, pela primeira vez, fora da Itália: a Medusa Murtola (1597), que teve a autoria reconhecida em 2011, e San Giovanni Batista Che Nutre I`Agnello (1597). As outras telas são Ritratto di Cardinale (1600), San Francesco in Meditazione (1606), San Gennaro Decollato o Sant’ Agapito (1910) e San Girolamo Che Scrive (1606).

A visitação começa amanhã (6) até o dia 14 de outubro, sempre das 9h às 19h. ( com informações da Matéria de  Yara Aquino, Repórter da Agência Brasil.)

Imprimir